Os Vampiros da Democracia II
Quando começei a escrever sobre "os Vampiros da Democracia" era apenas para me insurgir contra algumas constatações:
Será Portugal tão pequeno ou tão amputado de qualidades e de vontade de rejuvenescimento, que todos os lugares chave para o País em termos de grandes políticas de desenvolvimento e de capacidades de decisão, sejam permanentemente de forma rotativa e clientelar ocupados pelas mesmas "mentes brilhantes" e "grandes figuras"?
Será o povo português tão míope que não perceba que se nos empregos abertos a concorrência e eficientes, devem produzir de forma a remunerar o seu trabalho e os outros factores produtivos, tambem todos os outros empregos "borlas" devem ser chamados a prestar contas?
Que não tem que ficar agradecidos por o presidente da camara fazer o saneamento, o médico operar, o advogado defender, o professor ensinar?
É essa a sua tarefa como é a do pedreiro levantar paredes...e devem-no fazer com profissionalismo e com eficiência.
Tornou-se tão comum não trabalhar em alguns empregos que passámos a premiar quem o faz por tão estranho o acharmos...
Será que alguem conseguirá ensinar os média a deixar de trabalhar com valores absolutos e usar valores relativos e a respeitar a condição "ceteris paribus"?
Será que alguem está interessado em regular os média, de forma a que sempre que promovam "lavagens cerebrais" e sejam veículos de lobbys surja no canto superior a palavra "ficção"?

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